É claro que eu me importo com a realidade, com o mundo, com o Brasil. De mês em mês, mais ou menos, chego à janela e dou uma espiadinha. Nunca muda nada, mas – não é o que tanto nos cobram? – faço a minha parte. De vez em quando dou tchauzinho para algum índio, por exemplo. Grito: “Força, querido! Não desista!”, ou algo assim. Sou positiva.
Eu tenho tempo de sobra, é verdade.