É claro que eu me importo com a realidade, com o mundo, com o Brasil. De mês em mês, mais ou menos, chego à janela e dou uma espiadinha. Nunca muda nada, mas – não é o que tanto nos cobram? – faço a minha parte. De vez em quando dou tchauzinho para algum índio, por exemplo. Grito: “Força, querido! Não desista!”, ou algo assim. Sou positiva.
Eu tenho tempo de sobra, é verdade.
Olá. Já fazia um tempo que eu não passava por aqui, percebo agora. Não mais escrevo no SemiÓtica que aí e´stá nos seus links; tou noutro. Vou ali almoçar, volto já.
Uma vez dei tchau prum índio e ele me jogou o cocar. achei fascinante.
Vou atualizar, Edson Júnior (ou será o Lou Reed?). Eu não acharia fascinante: daria gritinhos de susto.
Sensacional.
Eu ou o mundo, Larissa?