Fico à toa, e meu daimónion (bem mais bonitinho que o do Sócrates) me sopra coisas horrendas cabecinha de vento adentro.
A questão de hoje é: há tanta diferença assim entre um enólogo e dois pretinhos equilibrando bolas num semáforo?
Pensem bem – ele e eles não esperam da gente (além do dinheiro) um tipo muito parecido de admiração?