Eu quero uma escrava paraguaia. Uma não, duas. Duas velhas, porque mocinhas e el embrujo de sus canciones, perto dos meus homens, jamais. A primeira velha eu porei na lida doméstica; a segunda, enfeitando a sala (quem sabe segurando uns charutos). A primeira chamarei de Carmela, porque tenho muita vontade de irritar meus vizinhos gritando “Ô Carméééééla!” o dia inteiro. A segunda chamarei de Ypacaraí, porque a quero plácida e silenciosa como uma lagoa.
Jodinélson Júnior adverte que não devo deixar dinheiro nas mãos delas. Nunca, nem um centavo. Diz o capetinha que a visão da grana desperta os anseios de liberdade.
é o luxo poder gritar: “Carmééélia, traga o vatapá para a piscina!”
Encontrei o anjo da minha vida. Ela faz de tudo que peço. Rimos juntas de piadas do seu vilarejo e das minhas piadas arquivada na memória do besteirol. Aprende rápido. Vou te adicionar agora, antes que me esqueça. Você sabe que minha cabeça está confusa por causa da hidrocefalia, talvez. E que minha mãe morreu.
A secretária é tratada a píres de leite.
Eu nunca li nada tão engraçado como esse blog. Como eu não descobri isso antes? Escreva mais. escreva muito.
Foi para o copy-paste. Obrigado!
Cuidado… ausência de grana tb…
Cuidado… ausência de grana tb…
Adorei “Carmela”!
Você sabe bem como cuidar da criadagem, ah se sabe…
Mais luxo, Bia, é ter piscina onde não comer vatapá. Não sabia, Tina Harris, e lamento. O leite é de pato? Não muito, Joss, porque o teclado me lasca as unhas. Eu é que agradeço, Henrique. Decerto, Ulisses, mas demora mais. Meu sobrenome é Vanderbilt Júnior, B.
Carmela é o nome da minha cachorrinha, uma fofura. Posso ser um dos seus homens? Podemos juntar nossos egos.