Falo do fechamento do blog do doutor Goiaba. Ficamos, não é?, com o que já está aí; aquilo que, quando eu era menina, um baixista rebolante chamava de “paiol de bobagens”.
Ô revoá, doutor.
Antes disso foi a Tina Harris que morreu. O link que estava ali do lado agora sai. Fiquei devendo a ela uma, ah, explicação detalhada sobre por que a minha geração perguntou ao Chico why don’t you boy f-f-f-fade away; vou tentar, vou tentar. Não já, é claro.
Em tempo: quando falo da minha geração, falo da parte dela que se veste com roupas e não com cortinas. E que só usa chinelos aos domingos.
O Obama? Não dei muita bola. Acho que ele se parece com um escrivão de polícia carioca ou baiano, dos que se vestem na Ducal e que todo mundo acha muito educadinho – quase sem perceber o mal que ele pode te fazer. Se tivesse óculos de aros grandes, se pareceria com um cantor evangélico e seu nome seria, digamos, Jônatas Abdias.
Eu volto. Mas não já. Deixa o Obama obamar.